Bem bonitinho este Coupé Tipo 14, bastante original
e em razoável conservação.
Infelizmente estava com o bico amassado, provavelmente
uma colisão de manobras.
(o que era e é comum, pois ele é muito baixo, e nos carros
maiores não se consegue ver que ele está lá atrás!)
Um ponto negativo é o fechamento das entradas de ar dianteiras.
No mínimo deviam ter pintado de preto para manter a estética.
De resto parece carro de coleção
3 de março de 2012
Gurgel BR800
Infelizmente só consegui estas fotos, pois estávamos no trânsito.
Me pareceu em muito bom estado e que o motor é o original,
principalmente por não aparecer nada por baixo do para-choque
traseiro.
27 de fevereiro de 2012
Woodie Cars
Muito comuns durante o período da 2ª Guerra Mundial,
quando as peças de reposição eram difíceis, ou mesmo impossíveis,
as pessoas tinham que se virar como podiam, e depois os fabricantes passaram a utilizar esse expediente, devido a falta de aço. Acabou virando uma arte.
No vídeo alguns belos exemplares.
quando as peças de reposição eram difíceis, ou mesmo impossíveis,
as pessoas tinham que se virar como podiam, e depois os fabricantes passaram a utilizar esse expediente, devido a falta de aço. Acabou virando uma arte.
No vídeo alguns belos exemplares.
23 de fevereiro de 2012
Pontiac Grand Prix 1973
A poucas quadras de casa vejo esta raridade:
Um Pontiac Grand Prix. Não me lembro de ter visto outro
em São Paulo, e mesmo em filmes ele é raro.


As rodas são as mesmas do Trans Am, famosas pelo
estilo colméia e por serem fabricadas em plástico!

Está iniciando a primeira fase da restauração...

Aqui com a pintura completa e os acabamentos montados.
O emblema em forma de ponta de flecha será colocado em breve.

O interior está bom, mas precisa de uma restauração leve.

O único ponto negativo mesmo é a troca do motor.
Originalmente era um V8 com carburador Rochester Quadrajet.
Colocaram um 6 em linha 250-S de última geração, alimentado
por injeção, retirado de uma Silverado, que, se não me engano,
foi o canto do cisne para este motor.

Um Pontiac Grand Prix. Não me lembro de ter visto outro
em São Paulo, e mesmo em filmes ele é raro.


As rodas são as mesmas do Trans Am, famosas pelo
estilo colméia e por serem fabricadas em plástico!

Está iniciando a primeira fase da restauração...

Aqui com a pintura completa e os acabamentos montados.
O emblema em forma de ponta de flecha será colocado em breve.

O interior está bom, mas precisa de uma restauração leve.

O único ponto negativo mesmo é a troca do motor.
Originalmente era um V8 com carburador Rochester Quadrajet.
Colocaram um 6 em linha 250-S de última geração, alimentado
por injeção, retirado de uma Silverado, que, se não me engano,
foi o canto do cisne para este motor.

12 de fevereiro de 2012
Laurel & Hardy - Ford 1936 model 68
Trecho de filme com o Gordo e o Magro aonde se vê um lindo Ford 1936 "Model 68" conversível.
9 de fevereiro de 2012
O fim da DKW no Brasil
Uma explicação de como foi o encerramento da produção dos DKW no Brasil
Colaboração do amigo Celso Santarém
Eu não sou o autor dessa apresentação, mas como pareceu bem plausível estou disponibilizando.
Colaboração do amigo Celso Santarém
Eu não sou o autor dessa apresentação, mas como pareceu bem plausível estou disponibilizando.
3 de fevereiro de 2012
Sessão Nostalgia...
Este Corcel 75 não está tão bom a ponto de merecer a postagem.
Mas ele me lembrou o último carro que meu pai tirou na Ford.
Naquela época os funcionários tinham o direito de comprar diretamente,
com um desconto de aproximadamente 30% sobre o valor da concessionária.
É claro que o dele tinha muitos acessórios, na verdade ele o transformou
em um GT, com as faixas no capô e nas laterais, o volante Walrod, bola
de câmbio com inscrição GT, espelho tipo fórmula 1 (aerodinânico) etc., tudo original. E Tinha rodas iguais as
desse da foto, modelo "mexirica", da Italmagnésio (lembram?).
E foi esse carro o primeiro que eu dirigi, com 12 anos de idade.
(aos 5 já conseguia controlar o volante razoavelmente, no colo do meu pai)
Houve até uma historinha: meu pai tinha me levado até uma rua deserta,
atrás do clube Juventos, e trocamos de lugar. E eu fiquei dirigindo ,
indo de um lado a outro da rua, arriscando uma volta no quarteirão, ele
me instruindo. Só que apareceu uma viatura com dois policiais. Ele falou
para que eu fiqcasse tranquilo, e parasse o carro próximo a guia.
Aí eles vieram, olharam, falaram que eu não tinha idade para dirigir.
Meu pai falou que estava me ensinando. eles falaram que mesmo assim era
proibido, mas que eles disseram que iam deixar passar dessa vez.
Esperamos eles irem embora, e continuamos com as aulas! Bons tempos.

Mas ele me lembrou o último carro que meu pai tirou na Ford.
Naquela época os funcionários tinham o direito de comprar diretamente,
com um desconto de aproximadamente 30% sobre o valor da concessionária.
É claro que o dele tinha muitos acessórios, na verdade ele o transformou
em um GT, com as faixas no capô e nas laterais, o volante Walrod, bola
de câmbio com inscrição GT, espelho tipo fórmula 1 (aerodinânico) etc., tudo original. E Tinha rodas iguais as
desse da foto, modelo "mexirica", da Italmagnésio (lembram?).
E foi esse carro o primeiro que eu dirigi, com 12 anos de idade.
(aos 5 já conseguia controlar o volante razoavelmente, no colo do meu pai)
Houve até uma historinha: meu pai tinha me levado até uma rua deserta,
atrás do clube Juventos, e trocamos de lugar. E eu fiquei dirigindo ,
indo de um lado a outro da rua, arriscando uma volta no quarteirão, ele
me instruindo. Só que apareceu uma viatura com dois policiais. Ele falou
para que eu fiqcasse tranquilo, e parasse o carro próximo a guia.
Aí eles vieram, olharam, falaram que eu não tinha idade para dirigir.
Meu pai falou que estava me ensinando. eles falaram que mesmo assim era
proibido, mas que eles disseram que iam deixar passar dessa vez.
Esperamos eles irem embora, e continuamos com as aulas! Bons tempos.

23 de janeiro de 2012
Museu Nacional de automóveis Mulhouse - França
Este grande museu abriga a coleção Schlumph de carros ao longo dos tempos. Existem mais de 450 veículos em circulação na coleção, sendo o mais antigo de 1878.
Há carros de mais de uma centena de diferentes fabricantes de todo o mundo.
Um dos mais fortemente representado é Bugatti, cuja fábrica está a apenas alguns quilômetros de distância a partir deste museu.
Site oficial: http://citedelautomobile.com/fr/home
Uma amostra :
Há carros de mais de uma centena de diferentes fabricantes de todo o mundo.
Um dos mais fortemente representado é Bugatti, cuja fábrica está a apenas alguns quilômetros de distância a partir deste museu.
Site oficial: http://citedelautomobile.com/fr/home
Uma amostra :
Museu Nacional de automóveis Mulhouse - França
View more presentations from Henry Chinaglia Filho.
Mais uma colaboração da Selma. (se gosta de PPS diversos, veja o blog dela clicando aqui)
Mais uma colaboração da Selma. (se gosta de PPS diversos, veja o blog dela clicando aqui)
16 de janeiro de 2012
Histórias e lendas: O homem que dirigiu o mesmo carro por 82 anos e mais uma
Mr. Allen Swift (Springfield, MA.) recebeu este Rolls-Royce Picadilly Roadster
ano 1928 de seu pai, como presente de formatura em 1928.
Ele o dirigiu até à sua morte no ano de 2010, com a idade de 102 anos.
Ele era o proprietário mais antigo de um carro que foi comprado novo.
Você gostaria de vê-lo?
Foi doado a um museu de Springfield, depois de sua morte.
Ele rodou 1.070 mil milhas ( 1 milha = 1,6 km ).
O motor ainda funciona como um relógio suíço, baixo ruído, em qualquer velocidade,
e está em perfeitas condições (82 anos).
Rodou cerca de 1.712.000 km ( 20.878 km por ano)

Existe uma lenda do século passado que brinca com isso:
Dizem que um inglês veio a América do Sul, pelos idos dos anos 50,
para trabalhar em uma região remota (algo como Andes, ou Sertão Brasileiro, conforme a fonte). E trouxe seu Rolls.
E depois de meses de maus tratos, ocorreu uma pane no meio de uma estrada.
O inglês entrou em contato com a oficina autorizada da marca, em Londres.
Eles disseram para não se preocupar que já mandariam alguém.
Em menos de 24 horas apareceu um mecânico inglês. examinou rapidamente o motor, trocou uma pequena peça (talvez um platinado), e foi embora rapidamente, sem dar tempo nem de agradecimentos.
Pouco tempo depois, o inglês retornou a Londres, e passou na oficina, para fazer o pagamento.
Lá, todos os funcionários negaram o ocorrido, dizendo que nunca mandaram ninguém, aliás, nem havia registro de tal pedido.
Inconformado, procurou um gerente gerente da Rolls-Royce, o qual encerrou a questão:
"Nossos automóveis NUNCA quebram!!!!!"
ano 1928 de seu pai, como presente de formatura em 1928.
Ele o dirigiu até à sua morte no ano de 2010, com a idade de 102 anos.
Ele era o proprietário mais antigo de um carro que foi comprado novo.
Você gostaria de vê-lo?
Foi doado a um museu de Springfield, depois de sua morte.
Ele rodou 1.070 mil milhas ( 1 milha = 1,6 km ).
O motor ainda funciona como um relógio suíço, baixo ruído, em qualquer velocidade,
e está em perfeitas condições (82 anos).
Rodou cerca de 1.712.000 km ( 20.878 km por ano)

Se você reparar, sempre que há um leilão de raridades, os Rolls-Royce
dificilmente atingem os valores mais altos.
Isto ocorre por que eles são praticamente indestrutíveis.
É muito mais fácil encontrar um em bom estado do que qualquer outra marca, apesar de não terem sido fabricados em grandes quantidades.
Existe uma lenda do século passado que brinca com isso:
Dizem que um inglês veio a América do Sul, pelos idos dos anos 50,
para trabalhar em uma região remota (algo como Andes, ou Sertão Brasileiro, conforme a fonte). E trouxe seu Rolls.
E depois de meses de maus tratos, ocorreu uma pane no meio de uma estrada.
O inglês entrou em contato com a oficina autorizada da marca, em Londres.
Eles disseram para não se preocupar que já mandariam alguém.
Em menos de 24 horas apareceu um mecânico inglês. examinou rapidamente o motor, trocou uma pequena peça (talvez um platinado), e foi embora rapidamente, sem dar tempo nem de agradecimentos.
Pouco tempo depois, o inglês retornou a Londres, e passou na oficina, para fazer o pagamento.
Lá, todos os funcionários negaram o ocorrido, dizendo que nunca mandaram ninguém, aliás, nem havia registro de tal pedido.
Inconformado, procurou um gerente gerente da Rolls-Royce, o qual encerrou a questão:
"Nossos automóveis NUNCA quebram!!!!!"
15 de janeiro de 2012
Chevette 1975 "Standard"
Passei por ele no estacionamento da Cepam e achei que merecia que fosse fotografado...
Afinal, quem não teve um desses na família?
( Na minha foram 7, incluindo as Marajós)

Afinal, quem não teve um desses na família?
( Na minha foram 7, incluindo as Marajós)

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