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8 de dezembro de 2012

Auto-rama sp - Série Fittipaldi - 1972

Eu lembro que nesta época era muito difícil e caro ter um Autorama (na proporção era mais caro que um iPhone hoje) e eu fiquei um ano inteiro pedindo para o meu pai comprar.
Mas finalmente naquele natal eu ganhei. Nem é preciso dizer como fiquei feliz.
Infelizmente a casa era pequena, não havia espaço para deixar montado, então raramente eu podia brincar.
As vezes levava para casa de amigos e juntávamos várias pistas e fazíamos campeonatos.

Este é o Manual de instruções que veio junto. 



Neste modelo vinham duas Lotus 72 - F1, uma preta, do Emerson, e uma "genérica" vermelha.
Depois Acabei fazendo um rolo com um amigo e consegui esta Ferrari Nikki Lauda e depois a MacLaren Fittipaldi, que veio Branca e depois eu pintei de Prata e colei um kit de decalques novos.
Ganhei um Ford GT-40J (o azul) de uma série da década de 60 e um Lola (vermelho), que servia no chassis, mas não era de slot.
 
 


Depois que já estava um pouco maior, começei a ir nas pistas grandes, que eram poucas. A mais famosa e que existe até hoje é a do Ibirapuera, que fica embaixo da arquibancada do setor de Modelismo.
Aí que comecei a pintar as bolhase montar em outros chassis, com motores e odas melhores. Mas o meu er um dos mais fraquinhos, haviam garotos super dedicados (e endinheirados) que tinham peças importadas e especiais para competição.
As minhas primeiras eram bem ruins, mas fui melhorando com o tempo, mesmo sem ninguém para orientar e sem as facilidades, materiais e ferramentas de hoje.

 
 
 
 
 
 


Eu também fazia meus controles, recortava o acrílico e fazia adaptações.



Aqui em São Paulo também
 haviam as pistas de lojas e a mais famosa era a Sébring.
Outra loja que se destacava era a Aerobrás. Havia uma no Ipiranga, na Rua Bom Pastor, mas não lembro o nome. Era perto do meu colégio e de vez em quando passava por lá.
Eu recortava as propagandas que vinham nas revistas 4Rodas para inspiração de pinturas de bolhas.


Posted by Picasa

7 de outubro de 2012

1º Rallye Internacional do Brasil - 1979

Em 1979, fiquei sabendo que estava sendo organizado o I Rallye Internacional do Brasil.
Eu tinha 16 anos, e já colecionava a 4Rodas e a Motor3 (do Grande José Luiz Viera).
Um conhecido do meu pai  participava da organização e conseguiu que eu fosse ao coquetel de
lançamento, onde eu consegui um autógrafo do Emerson Fittipaldi.
Já era fã dele desde a infância, o vi ser campeão da F1 duas vezes, acompanhei e torci pelo Cooperçúcar, então Imagine como fiquei.
E obviamente guardo com muito carinho este documento histórico.












Fico muito triste ao ler que ele usou a influência para conseguir patrocínio via Lei de incentivo ao esporte para a carreira (nos EUA) de piloto do neto, o Pietro Fittipaldi que, justamente por ser bom piloto, não precisava disso. Poderiam ter conseguido facilmente um patrocínio comum, e o dinheiro ser usado aqui para beneficiar milhares dos nosso heróis que, mesmo sem toda a sorte que este menino teve, fazem milagres. A discussão não é verba pública para automobilismo, mas o benefício social que esse dinheiro traria se aplicado em outros atletas, que realmente necessitam.